Os planos da Omron Healthcare são que a participação do Brasil no faturamento anual global da empresa chegue a 5% em dois anos. Hoje em dia, está em 3%. No último exercício fiscal, a receita total foi de cerca de US$ 1 bilhão (R$ 5,15 bilhões).
Fabricante de equipamentos médicos para monitoramento e terapias de saúde, principalmente medidores de pressão arterial, a multinacional japonesa estima já ter vendido 350 milhões de unidades em 110 países. No Brasil, ela opera desde 2008.
A estratégia de expansão passa por uma reestruturação em que a logística foi concentrada em Extrema-MG, com maior integração à cadeia global da matriz. Nos últimos 12 meses, a Omron afirma ter crescido 18,9% no mercado de medidores de pressão arterial. Nas grandes redes de farmácia, foi de 17,3%. O maior salto, segundo a companhia, aconteceu no comércio eletrônico, em que as vendas aumentaram 80,9%. Na linha de nebulizadores, chegou a 59,8%,
A empresa vê que o maior risco para o seu crescimento está na pirataria em marketplaces. Dados da Nubimetrics apresentados em evento do Inmetro mostram que, no primeiro semestre de 2026, foram vendidas 506 mil unidades irregulares de medidores de pressão pela internet, contra 446 mil regularizadas. Em inaladores e nebulizadores, os sem procedência verificada somaram 353 mil, contra 193 mil produtos dentro das normas.








