O YouTube e o Instagram derrubaram as contas de Renan Santos (Missão), candidato à Presidência da República, na noite desta segunda-feira (31). Ao acessar as páginas, as plataformas informam que o "canal não está disponível no Brasil".

À coluna, a equipe do candidato mostrou prints das plataformas indicando que os perfis foram retirados do ar apenas no Brasil por determinação judicial. Ela também disse que não iria se manifestar sobre o caso por não saber se isso poderia configurar descumprimento da decisão. O YouTube afirma que cumpriu ordem do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Já a Meta, dona do Instagram, não respondeu.

A remoção ocorre no mesmo dia em que o ministro Dias Toffoli, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), determinou cautelarmente a suspensão da propaganda eleitoral digital do candidato em seus perfis.

A decisão também suspendeu a participação de Renan em debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação, além dos repasses de recursos do FEFC (Fundo Especial de Financiamento de Campanha) à chapa.

Procurado anteriormente, Renan afirmou em nota à coluna que "essa decisão é um absurdo jurídico. Centenas de candidatos tiveram problemas no TSE, e é curioso que essa decisão tenha recaído sobre o único que chamou manifestações contra o Toffoli."