‘Mapa’ da Cosac/Cinemateca traz de volta, em edição bastante aperfeiçoada, guia de Saulo Pereira de Mello para o clássico de Mário Peixoto 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 "Limite", de Mário Peixoto: “O tempo é uma coisa ilusória, não existe" — Foto: Divulgação O primeiro livro de cinema que tenho referência que reproduz e discute plano a plano um filme clássico foi dedicado por David Mayer em 1972 a “O encouraçado Potemkin”, de Serguei Eisenstein (Grossman Publishers). Algo similar, sem a pretensão de reprodução integral, já existe, claro, na França desde 1961 com a preciosa revista “L’Avant-Scène Cinéma”. No cinema brasileiro, o pioneirismo deve-se ao pesquisador e ensaísta Saulo Pereira de Mello (1933-2020), que aplicou sua paixão obsessiva e de valor incalculável pelo marco experimental silencioso “Limite” (1931), de Mário Peixoto, num guia plano a plano editado pela Funarte/Inelivro, há muito esgotado.
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