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31/08/2026 04h01 Atualizado há 29 minutos
O Instituto de Radiologia (InRad) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP) está usando inteligência artificial generativa para acelerar laudos de exames e reunir os documentos do prontuário do paciente durante a internação. Na Santa Casa de São Paulo, uma solução digital reduz a mortalidade e o risco de sequelas neurológicas de bebês em UTI neonatal.
Já o Hospital Nove de Julho, da Rede Américas, na capital paulista, utiliza uma impressora 3D para fazer modelos da cavidade abdominal de uma pessoa que vai passar por uma cirurgia de alta complexidade, permitindo que o médico se prepare melhor para o procedimento. Na Rede D’Or, uma ferramenta faz a transcrição da conversa entre médico e paciente, liberando mais tempo para o profissional dedicar à consulta.
A adoção de novas tecnologias avança de forma acelerada nos hospitais brasileiros. É um esforço voltado para melhorar a qualidade do atendimento, dos exames e dos procedimentos, oferecendo ferramentas que permitem aos médicos atender os pacientes com mais assertividade e agilidade no diagnóstico e no tratamento, explicam especialistas.






