A tecnologia avança e transforma diversos setores, e a hospitalidade não é exceção. Bares, cafés e restaurantes ao redor do mundo têm incorporado soluções robóticas para otimizar operações, desde a preparação de coquetéis até a entrega de pratos. Contudo, uma nova faceta dessa automação tem chamado a atenção: a solicitação de gorjetas por parte desses sistemas, um hábito que provoca discussões sobre seu propósito e beneficiários.
A expansão da automação no serviço
Em diversos estabelecimentos, braços robóticos preparam bebidas com precisão, baristas automatizados servem cafés e robôs entregam pedidos diretamente às mesas. Essa integração tecnológica, que visa eficiência e inovação, introduz uma prática que já é comum em serviços humanos: a solicitação de gorjetas. Reportagens recentes da BBC destacam a crescente adoção desses sistemas, especialmente na Europa, onde a cultura da gorjeta, embora não tão enraizada quanto nos Estados Unidos, tem ganhado espaço. O que frequentemente surpreende os clientes, além da coreografia mecânica dos robôs, é a taxa de serviço, muitas vezes de 10%, que surge na tela de pagamento.
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