Grupos oferecem diferentes estímulos aos trabalhadores em busca de bons resultados 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 MAG Seguros está entre as melhores grandes empresas para trabalhar na América Latina — Foto: Divulgação / Grupo MAG Além das empresas que ocupam as primeiras posições, o ranking GPTW conta com companhias brasileiras, como o Itaú, ou que estão presentes em larga escala no país, a exemplo da Arcos Dorados. Essas organizações resumem o que está por trás do reconhecimento como melhores para trabalhar. Na Eurofarma, o diferencial está na “força da cultura organizacional, baseada em respeito, colaboração, diversidade, empreendedorismo e responsabilidade”, diz Daniela Panagassi, vice-presidente global de Pessoas e Organização. Na Sicredi, o objetivo é “oferecer um ambiente acolhedor, inclusivo e seguro, onde cada pessoa possa se desenvolver, contribuir com seu talento e se sentir pertencente”, diz Daniele Schmidt, diretora-executiva de Pessoas e Cultura. Na Experian, o objetivo é “criar um ambiente em que as pessoas tenham espaço para aprender, contribuir e construir trajetórias profissionais”, diz Flávio Balestrin, vice-presidente de Recursos Humanos. Já a Magalu aposta na forma humanizada de olhar colaboradores e clientes, explica Patricia Pugas, diretora-executiva de Gestão de Pessoas. O CEO da Fundimisa, Paulo Ely, destaca que uma empresa só consegue se expandir quando as pessoas crescem junto. Na Gazin, o presidente Gilmar Alves diz que o reconhecimento representa, principalmente, o resultado do trabalho coletivo. Já no Grupo Visagio, a sócia Fernanda Becker atribui o sucesso à “cultura pautada pela confiança radical”. Na ViaCredi, o reconhecimento dos funcionários começa pelo propósito e pela conexão entre aquilo em que a empresa acredita e a forma como faz negócios, diz Letícia Liene Pasold, superintendente de Pessoas, Relacionamento e Comunicação. Na Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, o sucesso é resultado da “dedicação conjunta para construir e manter um ambiente seguro, acolhedor, que escuta, respeita e confia”, diz Pollyanna Leal, diretora de Relações Humanas. A Tigre, por sua vez, busca “um ambiente baseado na valorização das pessoas, no desenvolvimento contínuo e na oportunidade de cada profissional participar ativamente da evolução da companhia”, diz Juliano Pereira, diretor-executivo global de Pessoas, Sustentabilidade e Processos Organizacionais. A Mag Seguros vê o reconhecimento do GPTW como “consequência de uma agenda contínua de investimentos em desenvolvimento profissional, bem-estar, diversidade, inclusão e formação de lideranças”, na opinião de Patrícia Campos, diretora de Gente e Gestão. Na Vivo, a estratégia passa por “apoiar colaboradores nos momentos que mais importam”, ressalta o vice-presidente de Pessoas, Fernando Luciano. Na Fecomércio-RS/Sesc/Senac e IFEP, o maior de destaque é a cultura fortalecida desde a fundação, há 80 anos. Hoje, diz o presidente da instituição, Luiz Carlos Bohna, a organização está consolidada e representada por cada colaborador. O presidente da Cresol, Cledir Assisio Magri, diz que a empresa “prima pela visão coletiva, colaborativa, participativa”. Já na Volkswagen Caminhões e Ônibus, a conquista é vista como reflexo de uma cultura construída diariamente, “baseada em confiança, respeito, cuidado com as pessoas e espírito de equipe”, diz Anderson Decimoni, vice-presidente de Pessoas e Cultura.