Menos de sete anos após a última reforma da Previdência, publicada em 13 de novembro de 2019, o economista Paulo Tafner se propõe a debater —junto com um grupo de estudiosos— novas mudanças na aposentadoria. Tafner afirma que a razão para retomar as discussões é simples: "A Previdência como está não para de pé".
Segundo ele, o déficit avança com força, impulsionado por mudanças demográficas e no mercado de trabalho. Além disso, afirma que a reforma anterior foi incompleta, e vem sendo prejudicada por mudanças feitas pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
"A questão é buscar alternativa para tornar a Previdência sustentável, o que vai beneficiar a todos. Hoje é déficit atrás de déficit."
Tafner reconhece que não será fácil retomar o debate, mas acredita que o país amadureceu para avançar nos temas que pareciam mais sensíveis no passado. "Nesse tema previdenciário, o importante é ter em mente que não queremos prejudicar ninguém", diz.
Os especialistas voltaram a defender que é necessário fazer outra reforma da Previdência, mas eu pergunto: como explicar para as pessoas?









