27/08/2026 15h27 Atualizado há 34 minutos
O combate à falsificação e à adulteração de produtos depende de integração entre indústria, plataformas digitais, órgãos reguladores e forças de fiscalização. Essa é a avalição de especialista em combate do mercado ilegal nesta quinta-feira (dia 27), durante o painel "Falsificações e adulterações: os desafios do combate à pirataria", do seminário Mercado Ilegal, em Brasília. O debate foi mediado por Brunno Melo, âncora da CBN Brasília.
O presidente da Associação Brasileira de Bebidas Destiladas (ABBD), José Eduardo Cidade, afirmou que 28% do volume de destilados comercializado no país tem origem no mercado ilícito. Desse total, cerca de 4,7% corresponde a produtos falsificados. Segundo ele, reduzir o problema à falsificação é um erro de leitura do setor.
— A ilicitude não significa falsificação de bebidas. Ela é constituída de contrabando e descaminho nas regiões de fronteira, sonegação fiscal interna, produtos sem registro — explic
Para Cidade, o enfrentamento passa por integração de informações entre indústria formal, órgãos reguladores, distribuidores e varejistas, com controles de qualidade e tributários conectados ao longo da cadeia.













