Construir o Mapa Nacional da Neurodiversidade, que seria um levantamento nacional de pessoas autistas, com TDAH, dislexia e altas habilidades, e que também sondaria sobre evasão escolar, bullying e acesso a atendimento educacional especializado.

Ampliar acesso ao diagnóstico precoce e a terapias perto de casa.

Ampliar o acesso de estudantes a ambientes inclusivos, com professores e profissionais especializados capacitados, plano educacional individualizado obrigatório (o polêmico PEI), autorização de matrícula em escolas especializadas.

Expandir o credenciamento de clínicas privadas para atender pessoas autistas pagas com recursos públicos.

Projeto Brasil Neuroinclusivo: o Brasil deve deixar de perguntar apenas "qual é a dificuldade deste aluno?" e começar a perguntar "quais são suas habilidades, como sua mente aprende e como podemos fazê-la florescer?".