Dirigente preside a entidade máxima do futebol mundial desde 2016; várias federações, como a Uefa, a Concacaf e a AFC, retiraram publicamente seu apoio a ele 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O presidente da Fifa, Gianni Infantino, com a taça da Copa do Mundo de 2026 — Foto: Jia Haocheng / POOL / AFP Vários ex-jogadores de futebol, entre eles o italiano Fabio Cannavaro e o brasileiro Cafu, manifestaram apoio ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, após a crise gerada pelo projeto — posteriormente abandonado — de abrir a Copa do Mundo e outros torneios a investimentos privados. As mensagens de apoio a Infantino, que ocupa o cargo desde 2016, nas redes sociais surgem em contrapartida a uma carta na qual outro grupo de ex-jogadores, liderado pelo francês Mikaël Silvestre, pediu uma "mudança" na Fifa e acusou a liderança da entidade de estar "cega" pelo poder. "Nos últimos dez anos, o futebol mundial melhorou" e os jogadores "voltaram a ocupar um lugar central", publicou nesta quarta-feira no Instagram Cannavaro, campeão mundial com a Itália na Copa de 2006, na Alemanha. "Infantino tem feito um grande trabalho [...]. Não reconhecer isso seria intelectualmente desonesto", acrescentou o ex-zagueiro, atual técnico da seleção do Uzbequistão. Mensagens semelhantes foram publicadas na noite de terça-feira por ex-jogadores latino-americanos como Cafu e seu compatriota Roberto Carlos, os argentinos Javier Zanetti e Esteban Cambiasso, o colombiano Iván Ramiro Córdoba e o mexicano Jared Borgetti. "Temos acompanhado o trabalho da Fifa e do presidente Infantino para promover a representatividade dos jogadores, algo que antes não existia", publicou Cafu, que conquistou a Copa do Mundo pela Seleção Brasileira em 1994 (nos Estados Unidos) e em 2002 (na Coreia do Sul e no Japão). "Nossas opiniões são ouvidas", segundo cartas divulgadas por esse grupo, todas com a mesma estrutura e pequenas variações. Campeão do mundo pela Itália e atual técnico do Uzbequistão, Cannavaro defendeu, em um post nas suas redes sociais, a permanência de Gianni Infantino à frente da Fifa — Foto: Reprodução "Basta!" Na segunda-feira, sob o slogan "Basta!", outros ex-jogadores exigiram mudanças na Fifa, embora sem mencionar expressamente Infantino. "O poder nublou a capacidade da atual liderança de distinguir entre seus próprios interesses e o que realmente é melhor para o futebol", afirmaram em uma carta divulgada em três idiomas por iniciativa de Silvestre, que lidera um grupo de ex-jogadores contra o racismo. Veja imagens da final da Copa do Mundo 2026 1 de 20 O meio-campista espanhol número 16, Rodri, ergue o troféu com seus companheiros de equipe após a vitória na final da Copa do Mundo de 2026 entre Espanha e Argentina — Foto: JUAN MABROMATA / AFP 2 de 20 Yamal e seu irmão Keyne brincando com a rede do gol da final da Copa do Mundo — Foto: FRANCK FIFE / AFP X de 20 Publicidade 20 fotos 3 de 20 Messi observa festa da Espanha após Argentina perder final da Copa do Mundo — Foto: Lars Baron / Getty Images via AFP 4 de 20 Keyne Yamal no telão do jogo entre Espanha e Bélgica, nas quartas de final da Copa do Mundo — Foto: David Ramos/Getty Images/AFP X de 20 Publicidade 5 de 20 Messi e Cubarsí na final da Copa do Mundo de 2026 — Foto: Carl Recine/Getty Images/AFP 6 de 20 Messi chora com a medalha de prata após a Argentina perder a final da Copa para a Espanha — Foto: PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP X de 20 Publicidade 7 de 20 Keyne Yamal no campo da final com a taça da Copa do Mundo — Foto: MAURO PIMENTEL / AFP 8 de 20 Dani Olmo e companheira comemoram título da final da Copa — Foto: FRANCK FIFE / AFP X de 20 Publicidade 9 de 20 'Eles foram melhores', admite Scaloni após derrota da Argentina na final da Copa do Mundo — Foto: Carl Recine/Getty Images/AF 10 de 20 Messi com a medalha de prata após derrota da Argentina para Espanha na final da Copa — Foto: PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP X de 20 Publicidade 11 de 20 Rodri durante final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina — Foto: Justin Setterfield / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP 12 de 20 O meio-campista espanhol número 16, Rodri, ergue o troféu com seus companheiros de equipe após a vitória na final da Copa do Mundo de 2026 entre Espanha e Argentina — Foto: JUAN MABROMATA / AFP X de 20 Publicidade 13 de 20 Ferran Torres marcou o gol da Espanha na final da Copa — Foto: David Ramos / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP 14 de 20 O atacante espanhol nº 17 Nico Williams (E) chuta para marcar um gol passando pelo goleiro argentino nº 23 Emiliano Martinez, antes do gol ser anulado por uma falta na jogada, durante a final da Copa do Mundo de Futebol de 2026 entre Espanha e Argentina — Foto: PAUL ELLIS / AFP X de 20 Publicidade 15 de 20 Rodri, da Espanha, carrega a bola diante dos marcadores da Argentina, na final da Copa — Foto: Kevin C. Cox/Getty Images/AFP 16 de 20 Lamine Yamal, camisa 19 da Espanha, domina a bola durante a partida da final da Copa do Mundo da FIFA 2026 entre Espanha e Argentina, no New York New Jersey Stadium, em 19 de julho de 2026, em East Rutherford, Nova Jersey. — Foto: Kevin C. Cox/Getty Images/AFP X de 20 Publicidade 17 de 20 Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, na final da Copa do Mundo — Foto: Justin Setterfield/Getty Images/AFP 18 de 20 Enzo Fernández é expulso na final da Copa do Mundo após dura falta em Cubarsí — Foto: Jewel SAMAD / AFP X de 20 Publicidade 19 de 20 Lionel Messi, da Argentina, na final da Copa do Mundo, diante da Espanha — Foto: JUAN MABROMATA / AFP 20 de 20 Emiliano Martínez, da Argentina, na final da Copa contra a Espanha — Foto: ANGELA WEISS / AFP X de 20 Publicidade Espanha venceu a Argentina por 1 a 0 e conquistou seu bicampeonato O texto foi compartilhado, entre outros ex-astros, pelos franceses Emmanuel Petit e Robert Pires, pelo argentino Juan Sebastián Verón e pelo marfinense Didier Drogba, assim como pela jogadora inglesa Lucy Bronze, atual bicampeã europeia com a Inglaterra. "Há muito tempo vemos decisões importantes sendo tomadas sem consultar nem levar em conta os jogadores" e "os torcedores", protestaram. Embora várias vozes peçam sua renúncia, Infantino continua decidido a concorrer nas próximas eleições da Fifa, em 18 de março de 2027, em Rabat, no Marrocos. O ítalo-suíço preside a entidade máxima do futebol mundial desde 2016. Várias federações nacionais retiraram publicamente seu apoio a ele, assim como as confederações da Europa (Uefa), da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf) e da Ásia (AFC).
Cafu, Cannavaro, Roberto Carlos: ex-jogadores manifestam apoio a Infantino em meio à crise na Fifa
Dirigente preside a entidade máxima do futebol mundial desde 2016; várias federações, como a Uefa, a Concacaf e a AFC, retiraram publicamente seu apoio a ele












