0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Renan Santos em sabatina na TV Globo — Foto: Manoella Mello/TV Globo Candidato do Missão, Renan Santos participa nesta terça-feira da sabatina da TV Globo com os candidatos à Presidência da República. Questionado sobre a sua defesa de que o Brasil desenvolva uma bomba nuclear, o presidenciável criticou a relação do país com a China e, posteriormente, defendeu a intervenção federal na segurança pública. Para justificar o desenvolvimento de armas atômicas no país, Renan Santos sustentou que "o mundo está passando por uma mudança muito grande" e que a tecnologia iria levar o país a reaver o "respeito internacional pelo Brasil". Ele afirmou ainda que a medida ajudaria a proteger o país de ameaças externas interessadas em recursos naturais. — O mundo vai olhar para o Brasil com cobiça — disse o candidato do Missão, sustentando que a medida iria ajudar a proteger o país — O Brasil hoje está fraco, mas tem que fazer uma construção de soberania, e isso passa por reaver posição internacional do Brasil. Hoje o Brasil é vassalo da China. Em seguida, o candidato afirmou que o país poderia usar terras raras para negociar com os EUA, que depende dos minerais para a indústria armamentista. — Eles não dispõem das terras raras em seu território, precisam comprar da China. Então eles vão ter que sentar com o Brasil para ter essa soberania militar, e isso nos coloca em posição interessante — disse o candidato. Renan foi questionado sobre as consequências diplomáticas que o desenvolvimento de uma bomba nuclear poderia trazer ao país. Diante de uma comparação com a Coreia do Norte, ele afirmou que o país é "respeitado internacionalmente", apesar dele não aprovar o caráter repressivo do regime. Em outro momento, Renan Santos foi questinado pelos entrevistadores sobre suas propostas para a segurança pública. Na fala, ele voltou a defender medidas de exceção no combate ao crime organizado. Matéria em atualização