A Uefa deve retirar sua ameaça de boicotar torneios da Fifa, já que foram atendidas as duas condições que a entidade europeia exigia do órgão máximo do futebol mundial após a tentativa fracassada do presidente Gianni Infantino de vender participações na Copa do Mundo, disse uma fonte à AFP nesta quarta-feira (26).
Infantino, de 56 anos, vem sofrendo pressão cada vez maior para deixar a presidência por causa de seu plano —já abandonado— de obter investimentos privados para torneios da Fifa, incluindo a Copa do Mundo.
A Uefa, liderada por seu presidente, Aleksander Ceferin, havia criticado duramente a proposta, classificando-a como um "acordo obscuro e pouco transparente, fechado nos bastidores".
Embora Infantino tenha retirado o plano poucos dias após seu lançamento, a Uefa havia afirmado que ainda não estava satisfeita e que a ameaça de boicotar eventos da Fifa continuava de pé.
A entidade disse que sua exigência de que o plano fosse arquivado havia sido atendida, mas que não havia recebido garantias de "que novas tentativas de desfigurar o futebol dessa maneira jamais serão feitas".













