O banco Melli, o maior do Irã, foi alvo de sanções muitas vezes ao longo dos últimos 20 anos. Na segunda-feira (24), o governo dos EUA voltou a mirar o banco com o objetivo de eliminar sua capacidade de operar no exterior.
O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, prometeu punir os países que fazem negócios com o Irã como parte da Operação Pária Econômico, intensificando a guerra econômica do governo contra Teerã, a capital iraniana.
Uma das poucas exigências específicas apresentadas por ele teve como alvo as operações internacionais do banco Melli. "Todas as agências do Bank Melli devem ser fechadas e ficar às escuras", afirmou.
Sucessivas ondas de sanções já limitaram severamente a capacidade do banco de fazer negócios no exterior, refletindo o isolamento econômico mais amplo do Irã.
O banco estatal enfrenta sucessivas rodadas de duras penalidades financeiras pelo menos desde 2007, quando os EUA o acusaram formalmente de financiar os programas nuclear e de mísseis do Irã. Países de todo o mundo, assim como a ONU (Organização das Nações Unidas) e a União Europeia, também tentaram restringir o suposto uso, pelo banco, de supostas empresas de fachada no exterior para financiar atividades ilícitas.












