A tecnologia embarcada em uma semente hoje é muito grande. São técnicas específicas, melhoramento, biotecnologia e até edição gênica chegando como solução. O importante, no entanto, é levar esse conhecimento a um número cada vez maior do setor e fazer com que o aproveitamento dessas tecnologias seja revertido em desenvolvimento.
Essa é a missão do Congresso Brasileiro de Sementes, que está em sua 23ª edição. As discussões envolvem toda a cadeia e buscam trazer tudo aquilo que está em evidência, sempre olhando para um público maior, afirma o presidente da Abrates (Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes), Fernando Augusto Henning.
Odete Liberal, com 99 anos, e fundadora da entidade há 56 anos, afirmou na abertura do congresso nesta terça-feira (25), em Foz do Iguaçu, que o cenário de hoje é bem diferente daquele do início da entidade. Um dos objetivos era unir pessoas e discutir os desafios do setor.
À época, se comunicavam inicialmente por telegramas, combinando o horário para que a conversa fosse continuada nas casas de telefone das cidades. Hoje, com os celulares, a comunicação é muito rápida.
Odete diz que eram tempos difíceis e que, com as facilidades de hoje, espera que todos conversem mais, se comuniquem e que saiam mais sábios das discussões que se desenrolam no congresso. Para Henning, a Abrates é uma associação que atende a todos os elos da cadeia, de produtor, pesquisador a estudante.










