O presidente Lula (PT) voltou a defender nesta terça-feira (25) prioridade ao investimento em defesa. Ele falou a jornalistas no fim de uma cerimônia militar em Brasília e fugiu de perguntas sobre os casos de seu filho Fábio Luís, o Lulinha, e sobre seu ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola.
"A defesa não pode ser uma coisa para quando sobrar dinheiro. Temos que priorizar. Preparar o país não para a guerra, preparar esse país para a paz. Preparar esse país para defender o nosso território, a nossa riqueza e o nosso povo", afirmou o presidente da República.
Lula deu a declaração ao final da cerimônia alusiva ao Dia do Soldado, em Brasília. Ele deixou o púlpito enquanto os jornalistas gritavam perguntas sobre as acusações que pesam sobre seu filho e seu ex-assessor.
Vieram a público até o momento três inquéritos que miram Lulinha. O caso, amplificado pela divulgação de mensagens da empresária Roberta Luchsinger, colocou o tema do combate à corrupção no caminho da campanha eleitoral de Lula.
Roberta teria tentado, através de Lulinha, abrir portas no governo para a venda de remédios à base de canabidiol. No caso de Marcola, a suspeita é que ele tenha recebido vantagens indevidas, inclusive financeiras, para auxiliar Luchsinger. As defesas dos envolvidos negam irregularidades.









