Várias refinarias tiveram as operações paralisadas após repetidos ataques de drones da Ucrânia 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 A Rússia deve prorrogar a proibição de exportação de diesel até setembro, uma vez que a escassez de combustível persiste no mercado interno, com várias refinarias ainda paralisadas após repetidos ataques com drones ucranianos, segundo informaram três fontes do setor à Reuters. Uma das fontes afirmou que também está em discussão a extensão da proibição até o final do ano. O Ministério da Energia da Rússia não respondeu a um pedido de comentário da Reuters. A Rússia introduziu a proibição de 8 a 31 de julho como parte de um pacote mais amplo de medidas para apoiar o mercado doméstico de combustíveis e, posteriormente, a prorrogou para os produtores de combustível até 31 de agosto. A Rússia também proibiu as exportações de diesel para não produtores e de gasolina de motor até 31 de janeiro do próximo ano, e de combustível de aviação até o final de novembro de 2026. No entanto, a escassez de combustível ressurgiu em algumas regiões em agosto, após uma breve melhora no final de julho, quando as autoridades locais suspenderam ou flexibilizaram gradualmente as restrições. A proibição à exportação de diesel poderia ser ajustada dependendo do crescimento da produção, à medida que as refinarias russas concluem manutenções não programadas após os ataques, afirmou uma fonte do mercado. O vice-primeiro-ministro, Alexander Novak, disse na semana passada que o governo ainda não havia decidido se iria suspender a proibição, acrescentando que não havia escassez de diesel no mercado interno. Várias refinarias concluíram manutenções e retomaram o fornecimento de volumes adicionais de combustível, disse Novak. Uma imagem de satélite mostra os danos na refinaria de petróleo de Omsk após um ataque com drone — Foto: Vantor/Divulgação via REUTERS