Sistema monitora rios antes que alterações na água cheguem às estações de tratamento e reduz em 20% gastos com insumos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Sistema de monitoramento da Ceda — Foto: Divulgação Um sistema de monitoramento ambiental ajudou a Cedae a economizar cerca de R$ 70 milhões nos últimos 18 meses. A redução ocorreu principalmente nos gastos com insumos químicos e biológicos usados no tratamento da água, que caíram 20% no período. O Centro de Monitoramento Ambiental (CMA) da companhia reúne 36 câmeras, 14 delas semelhantes às utilizadas pela Nasa, além de drones equipados com imagens infravermelhas, embarcações de patrulha e apoio aéreo. A estratégia é tentar identificar alterações na qualidade da água antes que elas cheguem às estações de tratamento. O CMA monitora continuamente as bacias dos rios Guandu e Guapiaçu-Macacu, responsáveis pelo abastecimento de aproximadamente 80% do estado do Rio. A partir das imagens e informações coletadas, a equipe consegue detectar mudanças nas condições da água e orientar as ações necessárias para o tratamento. Quanto mais cedo um problema é identificado, maior a possibilidade de agir de forma direcionada, evitando o uso excessivo de produtos químicos e biológicos. O sistema é operado pela Cedae em parceria com a Essencio Tecnologia Ambiental.
Câmeras, drones e até tecnologia semelhante à da Nasa ajudam Cedae a economizar R$ 70 milhões
Sistema monitora rios antes que alterações na água cheguem às estações de tratamento e reduz em 20% gastos com insumos








