Estudo do Instituto Trata Brasil mostra quase 40% de desperdício em relação ao total tratado; empresas se apoiam na tecnologia para reduzir índice Anselmo Leal: “Tecnologia, quando bem aplicada, pode ser grande aliada da sustentabilidade e da justiça social” — Foto: Divulgação A cada três litros de água tratada que saem de uma estação de saneamento no Brasil, um desaparece antes de chegar à torneira de alguém. O índice médio de perdas em 2024 (39,5% segundo estudo do Instituto Trata Brasil e da consultoria Ex Ante) é o dobro do considerado aceitável e bem acima da média de 15% dos países desenvolvidos e poderia ser suficiente para resolver boa parte do déficit que ainda deixa 33 milhões de brasileiros sem acesso à água potável. A boa notícia é que, com tecnologias, as empresas começam a atacar esse problema com a escala necessária e suprir demanda futura.

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