Cerca de trinta modelos de preservativos não conformes, vendidos pela internet e em farmácias nos últimos meses, podem provocar gravidezes indesejadas ou aumentar o risco de ISTs (infecções sexualmente transmissíveis), alertaram na sexta-feira (21) os órgãos franceses de defesa do consumidor e o Ministério da Saúde.
Segundo comunicado das autoridades, aproximadamente mil caixas, o equivalente a mais de 40 mil preservativos não conformes, foram comercializadas pela internet, principalmente por meio de distribuidores asiáticos.
De acordo com o site oficial francês Rappel Conso, as marcas envolvidas são Friday Bae (Le Préservatif), Okamoto (003 e 002), Sagami (Sagami Original 002, vendido pela Amazon) e My Lubie, cujos produtos são comercializados pela Amazon, em farmácias e por diversas redes de varejo, entre elas Nuoo, Mademoiselle Bio, Monoprix, Ayanature e Passage du Désir.
Os produtos identificados, em sua maioria, não possuíam a marcação CE, que certifica a conformidade com os padrões europeus, nem qualquer avaliação de conformidade exigida pela União Europeia. Além disso, a maior parte não apresentava embalagem em francês, informaram a Direção-Geral da Concorrência, Consumo e Repressão de Fraudes (DGCCRF) e a Direção-Geral da Saúde (DGS).










