Eleições 2026

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) impôs, por unanimidade, uma derrota contundente ao ex-coach Pablo Marçal ao proibi-lo de utilizar recursos do fundo eleitoral, de participar de debates televisivos e de realizar propaganda eleitoral gratuita em sua campanha presidencial. A decisão unânime do tribunal atende a um pleito do Ministério Público Eleitoral (MPE), que identificou irregularidades na filiação partidária do empresário. Embora Marçal tenha se filiado ao União Brasil em março deste ano, a Justiça Eleitoral de São Paulo havia concedido uma liminar autorizando seu retorno ao PRTB em agosto.

O tema foi um dos destaques da última edição do Direto da Redação, programa diário de CartaCapital, apresentado pelo editor Leonardo Miazzo e, neste episódio, com comentários de Rodrigo Martins e Sérgio Lírio. O programa também abordou a ofensiva jurídica contra o filho de Lula sob a sombra de vazamentos seletivos, os bastidores criminosos do escândalo de corrupção no Maranhão e a retomada histórica de investimentos e lucros das estatais federais.

TSE asfixia campanha de Pablo Marçal e expõe ‘candidaturas fantasia’

Segundo informações de bastidores obtidas pela repórter Maiara Marinho em Brasília, a decisão do plenário do TSE representou um revés profundo nas aspirações eleitorais de Pablo Marçal. Na avaliação apresentada no programa, a candidatura do ex-coach é caracterizada como uma simulação inócua, cujas regras de elegibilidade não são preenchidas.