É preciso discutir o dilema imposto pela necessidade de reformas em um ambiente em que muitos com poder resistem às mudanças 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 — Foto: Daniel Caballero Um grande dilema vai marcar o início do próximo quadriênio (2027-2030). De um lado, o país precisará fazer reformas econômicas, administrativas e político-institucionais para não entrar numa grave crise, o que inviabilizaria o mandato do novo presidente num momento de incerteza internacional e aumento da desconfiança do eleitorado. Por outro, os atores que representam o status quo atual tendem a continuar fortes, especialmente os congressistas sob a hegemonia do Centrão, e mesmo o Judiciário, que tem perdido popularidade, ainda tem muita capacidade de resistir à mudança.
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