Sem um novo gatilho favorável, índice teve dificuldade de manter um movimento mais positivo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Painel de cotações na sede da B3 em São Paulo — Foto: Victor Moriyama/Bloomberg Após subir mais de 1% durante a manhã, o Ibovespa devolveu boa parte da alta e passou a oscilar entre perdas e ganhos ao longo da tarde. Sem um novo gatilho favorável para turbinar o desempenho da bolsa local, como ocorreu na sessão anterior, com a recompra de títulos de longo prazo pelo Tesouro americano e o recuo dos rendimentos dos papéis nos EUA e aqui, o índice teve dificuldade de manter um movimento mais positivo. A performance da bolsa só não foi pior devido à alta mais intensa das ações da Petrobras e da Vale. A escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã após mais sanções econômicas impostas ao governo de Teerã levou o Brent a terminar próximo dos US$ 94 o barril, o que elevou os ganhos da petroleira. Após oscilar entre os 166.966 pontos e os 169.752 pontos, o Ibovespa fechou estável (+0,06%), aos 167.927 pontos, marcando a segunda sessão consecutiva no campo positivo após 11 pregões seguidos de perdas. Entre as blue chips, as PN da Petrobras subiram 2,81%, enquanto as ON da Vale ganharam 2,62%. Já bancos terminaram majoritariamente em queda, com as PN do Itaú Unibanco liderando as perdas, no valor de 2,24%. A exceção ficou para as units do Santander, que avançaram 0,94%. O volume financeiro negociado pelo Ibovespa foi de R$ 20,6 bilhões e de R$ 28,2 bilhões na B3. Já em Wall Street, os principais índices fecharam no vermelho: o Dow Jones perdeu 1,32%, o Nasdaq recuou 1,00%, e o S&P 500 cedeu 0,87%.
Ibovespa tem dia volátil e fecha estável com o apoio da Petrobras e da Vale
Sem um novo gatilho favorável, índice teve dificuldade de manter um movimento mais positivo






