Há informações de que os americanos voltem, inclusive, a sancionar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ibovespa tem dia volátil e encerra estável sem apoio de ações de bancos e da Petrobras — Foto: Victor Moriyama/Bloomberg Depois de iniciar o pregão em alta, o Ibovespa mudou de direção durante a tarde e passou a ceder. Segundo participantes do mercado, o índice foi afetado negativamente por uma saída de investidores estrangeiros com rumores de que o governo brasileiro espera o anúncio de novas sanções diplomáticas contra o Brasil por parte do governo dos Estados Unidos. Há informações de que os americanos voltem, inclusive, a sancionar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da Lei Magnitsky. As informações fizeram o Ibovespa remar na contramão da alta mais forte das bolsas de países emergentes e encerrar estável (-0,06%), aos 177.895 pontos, perto da mínima intradiária, de 177.581 pontos. Com isso, a principal referência acionária fechou distante dos 180.679 pontos registrados no melhor momento do dia. Pela manhã, o Ibovespa foi beneficiado por rumores sobre um possível acordo entre Estados Unidos e Irã, além de dados de atividade mais fracos no Brasil, que reforçaram a visão por um corte de 0,25 ponto percentual na reunião de amanhã do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central. Antes da apresentação do balanço, as preferenciais do Itaú lideraram as perdas entre as blue chips, ao ceder 2,48%. Outros bancos também recuaram em bloco, com exceção das units do Santander, que subiram 0,59%. O dia também foi de perdas para as PN da Petrobras, que exibiram baixa de 1,28%, em linha com a queda forte dos preços de petróleo. Já as ON da Vale subiram 2,24% e ajudaram a reduzir a desvalorização do Ibovespa no pregão. O volume financeiro negociado pelo Ibovespa foi de R$ 17,2 bilhões e de R$ 23,4 bilhões na B3. Já em Wall Street, o Nasdaq fechou em alta de 2,59%; o S&P 500 avançou 1,79%; e o Dow Jones ganhou 1,71%.