Acompanhe alguns dos principais destaques que estão na nova edição da Newsletter de inteligência artificial do Valor 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O impacto dos algoritmos sobre a saúde de crianças e adolescentes nas redes sociais — Foto: @maulana_ahmad / Unplash O efeito dos algoritmos de inteligência artificial na saúde de crianças e adolescentes que acessam redes sociais levou a Meta Platforms a enfrentar seu maior desafio jurídico até agora. No julgamento federal iniciado na terça-feira (18), em Oakland, na Califórnia, 29 Estados americanos argumentam que a dona do Facebook e do Instagram, causou dependência em menores, coletou e usou indevidamente dados pessoais de crianças e violou leis federais de privacidade. Saiba mais aqui. Em um momento em que as plataformas enfrentam críticas severas sobre os riscos associados aos chatbots de inteligência artificial, a OpenAI lançou uma versão adaptada do ChatGPT para menores de idade. Segundo a empresa, o chatbot traz controles parentais e recursos de segurança aprimorados. TSE avalia regras mais rígidas contra 'deepfakes' TSE avalia endurecer regras após vídeo de Bolsonaro gerado por IA — Foto: Luiz Roberto/TSE Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) discutem regras mais rígidas contra imagens falsas criadas por inteligência artificial, que imitam a voz e as feições de uma pessoa real, as chamadas deepfakes. A reunião foi motivada por um vídeo gerado por IA que simulou a figura do ex-presidente Jair Bolsonaro apoiando a candidatura à Presidência de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL). Agora, uma das linhas que vêm sendo discutidas entre os ministros é barrar totalmente a publicação e republicação de deepfakes por candidatos. Entenda aqui. A coordenadora-geral do NetLab, Débora Salles, alerta que a IA tem potencial para amplificar problemas já identificados em eleições anteriores, como desinformação em massa e interferência estrangeira em publicações com conteúdo eleitoral. Veja a entrevista completa. OpenAI acelera no Brasil e revê ritmo global para blindar modelos de IA OpenAI prepara terreno para disputar mercado brasileiro — Foto: Bruno Romani/O Globo A criadora do ChatGPT oficializou, na segunda-feira (17), sua operação de negócios no Brasil, sinalizando que acirrará a disputa pelo mercado com concorrentes estabelecidos como o Google na oferta de modelos de inteligência artificial para grandes empresas e consumidores finais. Para conquistar a confiança do mercado corporativo, a empresa de Sam Altman deve mitigar preocupações com a segurança de seus agentes, após um ciberataque contra a Hugging Face, plataforma usada para treinar modelos de IA de código aberto. “A principal lição é que, à medida que as capacidades continuam a crescer, as salvaguardas também precisam acompanhar esse ritmo”, disse o chefe global de estratégia da OpenAI (CSO), em teleconferência durante um encontro com jornalistas em São Paulo. O evento contou com a presença do vice-presidente de estratégia internacional da OpenAI, Oliver Jay. “Queremos realmente aprofundar nosso compromisso de construir [a operação] no Brasil”, disse o executivo. Confira aqui. No dia 18, a companhia anunciou globalmente que está reduzindo o ritmo de desenvolvimento de seus modelos de IA enquanto reformula seus sistemas de pesquisa e treinamento. Saiba mais aqui. A guerra de preços dos modelos de IA Empresas americanas de IA promovem descontos agressivos para segurar clientes corporativos — Foto: Pexels Cortes expressivos de preços para modelos de inteligência artificial anunciados recentemente por empresas americanas como OpenAI e Anthropic fazem parte de uma tática para segurar clientes corporativos em uma concorrência acirrada com modelos de IA chineses, mais baratos. A guerra de preços surge em um momento em que o aumento das contas com aplicações de IA leva empresas a reduzir o uso dessas ferramentas e buscar opções mais econômicas, abrindo espaço para desenvolvedores como Moonshot e DeepSeek conquistarem usuários no Vale do Silício, na Europa e em outras regiões, informa o Financial Times. O movimento sinaliza uma mudança na estratégia dos grupos de IA dos EUA, que antes competiam principalmente por desempenho em modelos “fechados” e próprios., diante da sofisticação de modelos chineses “abertos”, que podem ser baixados e modificados gratuitamente. Leia mais aqui. Continue a leitura no site do Valor! Compartilhe a publicação com colegas e amigos interessados no futuro da economia e da tecnologia. Para ler mais sobre inteligência artificial, acesse este site, que reúne as notícias sobre a tecnologia.
Os algoritmos no banco dos réus
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