Por Tiago Souza

Durante décadas, a receita da mágica da Disney foi simples e imbatível: você se sentava em uma poltrona confortável, olhava para uma tela e se deixava levar por uma história perfeitamente roteirizada. Mas o mundo mudou, e a atenção das novas gerações não se prende mais a um retângulo luminoso estático. Na mais recente edição da D23, o principal evento para fãs da companhia, o CEO da Disney deixou claro o novo rumo da empresa ao afirmar que eles precisam estar “onde os criadores estão e onde os fãs mais jovens estão consumindo histórias”. E esse lugar, hoje, são os games e as plataformas interativas.

A grande revelação da D23 de 2026 é que a Disney está quebrando a moldura da tela plana. A tecnologia não serve mais apenas para projetar imagens, mas para transformar o próprio espaço físico em um cenário vivo e responsivo, onde o espectador deixa de ser um observador passivo para se tornar o protagonista da ação.

Leia também:

Dominação Silenciosa: por que a “Psicose de IA” é mais aterrorizante que Matrix