Suspeito responsável pela movimentação financeira do esquema, que reside em Portugal, foi preso no Rio de Janeiro 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Operação apura atuação de grupo ligado ao tráfico internacional de drogas. — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você A Operação Shine Cross foi deflagrada pela Polícia Federal no Aeroporto de Guarulhos. A ação visa desarticular um grupo que enviava cocaína para a Europa. As investigações começaram em dezembro de 2024, após a apreensão de cocaína. A droga estava no organismo de um passageiro que embarcaria para o exterior. Nesta fase, os agentes cumprem mandados de prisão contra o líder da quadrilha. Um dos suspeitos, que mora em Portugal, foi detido no Rio de Janeiro. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (20) a Operação Shine Cross para desarticular uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico internacional de drogas entre o Brasil e a Europa entre o Brasil e a França. A ação foi conduzida pela PF no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. As investigações começaram após a apreensão de cerca de 1 kg de cocaína, em dezembro de 2024, no Aeroporto Internacional de Guarulhos. A droga estava distribuída em mais de 100 cápsulas transportadas no organismo de um passageiro que pretendia embarcar para a Europa. Nesta fase da operação, a PF cumpre mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra o apontado líder do grupo, em São Paulo, e contra outro integrante investigado por movimentar e ocultar recursos provenientes do tráfico internacional de drogas. O suspeito, que reside em Portugal, foi preso no Rio de Janeiro. Segundo a corporação, as investigações prosseguem para identificar outros envolvidos na aquisição, preparação e transporte de cocaína com destino ao mercado europeu. *aluna do curso Jornalismo do Futuro sob supervisão de Daniel Biasetto.
PF mira organização de tráfico internacional de drogas com atuação no Brasil e em Portugal
Suspeito responsável pela movimentação financeira do esquema, que reside em Portugal, foi preso no Rio de Janeiro






