Lino Cançado disse que o ideal é que leilões, que contratam a disponibilidade das usinas para entregar energia conforme demanda do ONS, ocorram com maior frequência e, consequentemente, sejam menores 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O presidente da Eneva, Lino Cançado, afirmou que a empresa continua vendo oportunidades em futuros leilões de disponibilidade de energia, como o realizado em março deste ano, no qual sagrou-se como o maior vencedor, com 5,4 gigawatts (GW) contratados na ocasião. “Havendo mais leilões, estamos preparados”, afirmou durante painel no evento Minuto Mega Talks, promovido pelo veículo setorial Mega What, em São Paulo. De acordo com o executivo, o ideal é que estes leilões, que contratam a disponibilidade das usinas para entregar energia conforme demanda do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), ocorram com maior frequência e, consequentemente, sejam menores. O leilão de março repercutiu por conta do montante contratado, foram adquiridos cerca de 19 GW em capacidade de 100 empreendimentos que custarão ao longo da contratação, que pode chegar a 15 anos, R$ 515,7 bilhões. A expectativa é que ele tivesse sido realizado anos antes, mas judicializações e outros embates atrasaram o cronograma. De acordo com o executivo, a empresa foi capaz de vencer tal montante por conta da antecipação de aquisição de equipamentos, dado o mercado internacional aquecido, o aumento de capital feito um ano e meio antes, além da contratação de mão de obra em especial para os times de engenharia, construção e montagem. Lino Cançado, diretor de operações da Eneva — Foto: Divulgação/Eneva