A usina GNA II, maior termelétrica do país, interrompeu a operação em 10 de agosto após uma falha no disjuntor da turbina a vapor, que afetou o transformador elevador da unidade, segundo fato relevante divulgado pela companhia nesta quarta-feira (19). Com 1,7 gigawatt (GW) de potência instalada, o empreendimento pertence a uma joint venture entre BP, Siemens e SPIC Brasil. A usina fica no complexo portuário do Açu, no Rio de Janeiro, e é movida a gás natural. A empresa afirmou que os sistemas de proteção atuaram como previsto, resultando no desligamento da usina, e que não houve feridos nem impactos ambientais decorrentes do incidente. "As equipes técnicas da companhia, com o apoio do fabricante do equipamento, estão conduzindo uma avaliação das causas do evento e do plano de retorno da UTE GNA II à operação", disse a empresa, sem dar previsão. Agora no g1 A indisponibilidade da unidade foi comunicada ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e já está refletida na programação de despacho do órgão. A empresa acrescentou que as instalações compartilhadas com a UTE GNA I Geração de Energia, no Porto do Açu, no Rio de Janeiro, incluindo o terminal de GNL e a FSRU, não foram afetadas e continuam operando normalmente. A companhia informou ainda que comunicou o evento à seguradora e que a inspeção e a regulação do sinistro estão em andamento.
Maior térmica do Brasil é paralisada após falha em equipamento | G1
Operação da usina GNA II, no complexo portuário do Açu, no Rio de Janeiro, foi paralisada em 10 de agosto. Equipes técnicas da empresa estão elaborando plano de retorno das ativida







