Economistas afirmam que a possibilidade de o PIB (Produto Interno Bruto) crescer acima de 2% no Brasil em 2026, como preveem o Ministério da Fazenda e o FMI (Fundo Monetário Internacional), ficou mais difícil e parece menos provável no momento.
A avaliação ocorre após a divulgação dos resultados mais recentes de varejo, serviços e indústria. Para os analistas, parte das atividades que compõem esses setores mostrou novos sinais de perda de ritmo sob impacto dos juros altos para conter a inflação.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) disse nesta quinta-feira (13) que o volume de vendas do varejo cresceu 0,5% em junho frente ao mês anterior, após leve variação positiva em maio (0,3%) e queda de mais de 1% em abril (-1,5%).
Já o varejo ampliado, que inclui atividades de veículos, material de construção e atacado de produtos alimentícios, teve baixa de 1% em junho. Foi o quarto mês consecutivo de taxas negativas.
Ainda de acordo com o IBGE, o setor de serviços ficou estável em junho (0%), após ter registrado leve recuo em maio (-0,2%), enquanto a produção industrial caiu 1,8% no sexto mês do ano. As fábricas tiveram o segundo resultado negativo em sequência.






