Eleições 2026
A guerra contra o feminicídio no Brasil uniu 14 candidatas ao Senado, de diferentes partidos e estados, em torno da campanha Vivas e Livres contra o Feminicídio no Brasil, lançada em 7 de agosto, data que marcou os 20 anos da Lei Maria da Penha. A iniciativa pretende eleger uma bancada feminina articulada desde a campanha eleitoral, com uma bandeira comum em defesa da vida e dos direitos das mulheres.
Idealizada por Áurea Carolina, candidata ao Senado por Minas Gerais pelo PSOL, a mobilização recebeu a adesão de Marina Silva (São Paulo), Manuela d’Ávila (Rio Grande do Sul), Benedita da Silva e Mônica Benício (Rio de Janeiro), Marília Campos (Minas Gerais), Marília Arraes (Pernambuco), Anandreia Trovó (Rondônia), Eliziane Gama (Maranhão), Érika Kokay (Distrito Federal), Gizelle Freitas (Pará), Isaura Lemos (Goiás), Luizianne Lins (Ceará) e Sônia Godeiro (Rio Grande do Norte).
Caso eleitas, as candidatas terão entre suas prioridades a formulação de políticas públicas que garantam serviços de proteção próximos da residência das mulheres; a regulamentação e implementação da Lei Maria da Penha nas escolas; a criação de mecanismos que assegurem o cumprimento das medidas protetivas concedidas às vítimas; a responsabilização das plataformas digitais no enfrentamento à violência contra meninas e mulheres; e a destinação de emendas parlamentares para políticas de prevenção e combate à violência contra a população feminina.








