Sobre possibilidade de Haddad ser uma opção para 2030, Lula disse que o petista é um “companheiro com potencial de crescimento extraordinário”, mas que, para ser líder, precisa de mais 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em entrevista a podcast — Foto: Reprodução/YouTube - Inteligência Ltda O presidente Luiz Inácio Lula da Silva evita assumir um nome para um possível sucessor para 2030. Ainda assim, afirmou hoje que há “muita gente boa surgindo”. As declarações foram dadas hoje em entrevista aos podcasts Não Inviabilize e As Cunhãs. Leia mais “Nós temos muita gente boa surgindo, nós temos o sucesso do Camilo [Santana] no Ceará; o Rui Costa, que é um belo governador da Bahia; o Rafael [Fonteles] do Piauí, que é um extraordinário quadro muito jovem. Nós temos uma figura como João Campos; como o [ministro Guilherme] Boulos. Eu tenho dito para eles: ‘Vocês precisam sair do gueto de vocês e viajar o Brasil’”, afirmou. Questionado sobre a possibilidade de o candidato ao governo de São Paulo e ex-ministro Fernando Haddad ser uma opção para 2030, Lula disse que o petista é um “companheiro com potencial de crescimento extraordinário”, mas que, para ser líder, precisa de mais. “Tem muita gente boa. O Haddad é uma delas. É um companheiro com potencial de crescimento extraordinário. Agora para ser líder, tem que ter um pouco mais disso. Tem que ser o primeiro a chegar no lugar, tem que ser o último a sair. Tem que carregar as cadeiras para sentar, ser disposto a repartir com as pessoas as coisas [...] tem que ir pra luta e tem que ter coragem de dizer as coisas boas", declarou. Lula afirmou ainda que o Brasil não tem um partido de alcance nacional e que as lideranças políticas são predominantemente locais. “Nós precisamos nacionalizar essas pessoas. A internet está criando os falsos líderes, os especialistas em falar bobagens”, disse.