Taxa de desocupação ficou estável nas demais unidades da federação. Taxa está nas mínimas históricas, mas informalidade ainda atinge mais de um terço dos ocupados 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Candidato preenche ficha enquanto aguarda a entrevista para vaga de emprego em mutirão — Foto: Daniel Marenco/Agencia O Globo A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,4% no segundo trimestre, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira. O resultado representa uma queda de 0,7 ponto percentual em relação aos três primeiros meses do ano, quando ficou em 6,1%, além de um recuo de 0,4 ponto percentual na comparação com igual período de 2025. O desemprego caiu em 13 das 27 unidades da federação e ficou estável nos demais, indicando certo dinamismo do mercado de trabalho. As maiores quedas foram observadas no Rio Grande do Norte, na Paraíba, Acre, Tocantins, Alagoas e Minas Gerais. A desocupação também caiu no Mato Grosso do Sul, Rondônia, Goiás, Mato Grosso, Espírito Santo, Maranhão e Santa Catarina. Apesar do desemprego baixo na média do país, permanecem as diferenças regionais. Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Piauí (8,3%) e Pernambuco (8,3%) registraram as maiores taxas de desemprego do país. Na outra ponta, Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%) e Espírito Santo (2,3%) apresentaram os menores índices. Informalidade ainda atinge mais de um terço dos ocupados A despeito do dinamismo do mercado de trabalho, a informalidade ainda atinge mais de um terço dos ocupados. Esse indicador caiu de 37,8% da população ocupada no segundo trimestre de 2025 para 37,4% no segundo trimestre deste ano. As maiores taxas ficaram com Maranhão (56,9%), Pará (55,9%) e Amazonas (51,7%) e as menores, com Santa Catarina (25,4%), Distrito Federal (28,7%) e Mato Grosso do Sul (29,2%)