Segundo especialistas, ingerência externa não tem paralelo em eleições presidenciais 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Sergio Fausto, sobre possível governo Lula IV: “O instinto de preservação deve movê-lo a ceder poder. Não há como repetir estratégias de mandatos anteriores” — Foto: Ana Paula Paiva/Valor - 4/12/2015 A perspectiva de interferência externa, no caso a dos Estados Unidos, é o traço que distingue a eleição presidencial de 2026 em relação a todas as outras 13 anteriores realizadas com regras democráticas. A disputa deste ano também consolida o enfraquecimento do Poder Executivo frente ao Legislativo e ao Judiciário, sinalizando para um presidente enfraquecido no próximo mandato. O processo de fragilização do Executivo, contudo, iniciou-se nas eleições de 2014.

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