A Azul encerrou o segundo trimestre deste ano com prejuízo líquido de R$ 1 bilhão, revertendo o resultado positivo do mesmo período do ano passado, quando a aérea registrou lucro de R$ 1,3 bilhão.
A administração citou a alta dos combustíveis como um dos principais desafios no balanço, divulgado nesta quinta-feira (13), acrescentando que o período costuma ser "o mais desafiador do ano para a rentabilidade no Brasil".
Avião da Azul no aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo - Fábio Pescarini -01.dez.25/Folhapress
A guerra no Irã fez com que o preço do petróleo e do QAV (querosene de aviação) subisse, pressionando os custos das companhias aéreas. A Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) calcula em R$ 5,2 bilhões o gasto extra das empresas brasileiras com combustível desde o início do conflito, no fim de fevereiro.
"Foi o resultado final que queríamos? Claro que não. Os custos com combustível aumentaram quase R$ 700 milhões durante o trimestre e cortamos capacidade. Mas esse sempre seria um trimestre de transição, de qualquer forma", disse o CEO da aérea, John Rodgerson, à agência Reuters.










