No período que antecede a propaganda eleitoral, que começa em 16 de agosto, os partidos pagam para impulsionar suas publicações nas redes sociais a fim de prospectar eleitores e desgastar a imagem de adversários.

O PL, do candidato Flávio Bolsonaro, aposta em criticar Lula, enquanto o PT promove programas federais do último mandato, com foco especial no estado de São Paulo.

Outros partidos têm estratégias diversas. O PSD tenta ampliar o conhecimento sobre o presidenciável Ronaldo Caiado nacionalmente. O Novo, de Romeu Zema, busca atrair mulheres ao partido, e o Missão, de Renan Santos, impulsiona ataques a Lula e ao STF.

A Folha analisou 3.082 posts com conteúdo político-eleitoral impulsionados de 1º de maio a 4 de agosto em plataformas da Meta –Facebook, Instagram e WhatsApp.

O impulsionamento de conteúdo (pagar para que ele alcance mais pessoas ou públicos específicos) é permitido na pré-campanha, mas resolução do TSE veda solicitação expressa de votos e propaganda negativa de adversários –caracterizada por críticas, ofensas à honra ou desinformação.