0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Refit — Foto: Reprodução O diretor de relações com investidores da Refit, Paulo Henrique Oliveira de Menezes, é alvo de um novo processo sancionador — isto é, com acusação formulada e que vai a julgamento — da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), apurou a coluna. Ele deve ser oficialmente citado nos próximos dias. Segundo a área técnica da CVM, o executivo falhou na obrigação de manter o mercado adequadamente informado entre agosto e novembro de 2025 — justamente o período em que a Refinaria foi alvo de uma megaoperação da Receita Federal e da Agência Nacional do Petróleo (ANP) que acabaria interditando a companhia de Ricardo Magro. (Na semana passada, aliás, a ANP revogou definitivamente a autorização de funcionamento da Refit, após a companhia ter tido seu CNPJ cancelado). No período avaliado pela CVM, enquanto a Refit vivia um turbilhão de acontecimentos cruciais para sua operação, Menezes praticamente só divulgou fatos relevantes e comunicados ao mercado em reação a notícias na imprensa e, na maioria das vezes, quando provocado pela própria CVM.

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