Pesquisas que apontam para uma forma mais eficaz de tratar o glioblastoma, um tumor cerebral agressivo, e que identificam um marcador capaz de prever o risco de recaída em pacientes com LMA (leucemia mieloide aguda) foram premiadas na 17ª edição do Prêmio Octavio Frias de Oliveira. Os vencedores foram anunciados nesta quarta-feira (12).
A cerimônia de premiação, para convidados, reuniu cerca de 200 pessoas no auditório do Icesp, na zona oeste de São Paulo. Entre os presentes estavam pesquisadores e representantes de instituições ligadas a oncologia, além de alunos da professora da USP (Universidade de São Paulo) Luisa Lina Villa, 75, premiada nesta edição na categoria Personalidade de Destaque.
Na categoria Pesquisa em Oncologia, foi premiado o estudo sobre a LMA, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (Universidade de São Paulo). Já na categoria Inovação em Tecnologia, venceu a pesquisa sobre glioblastoma, conduzida no laboratório do Instituto de Física da USP em São Carlos, no interior paulista.
Bióloga e bioquímica, Luisa Lina Villa participou de trabalhos que fizeram com que o HPV fosse reconhecido como a principal causa dos cânceres do colo do útero, ânus, pênis e orofaringe. Ao fim da cerimônia, a professora, chefe do Laboratório de Inovação em Câncer do Icesp, se emocionou ao receber o prêmio e foi aplaudida de pé.






