Após o cancelamento anunciado na última segunda-feira 10, a direção do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro recuou e confirmou a realização da 59ª edição do evento. A decisão foi tomada na tarde do mesmo dia após reunião com representantes da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF. Sob pressão da imprensa e do público nas redes sociais, a governadora Celina Leão (PP-DF) confirmou o repasse dos valores acordados, que antes haviam sido negados e impossibilitaram a realização do festival.
A justificativa para o cancelamento foi esclarecida pela governadora em seu perfil no X, antes havia mencionado que suas prioridades estavam direcionadas ao escândalo do Banco de Brasília (BRB), envolvido no caso Master: “a imagem que fica é de um GDF que pode não honrar seus compromissos para sanar um rombo causado em uma história espúria que envolveu o BRB com o Banco Master e Vorcaro”, afirmou.
Até então, o Banco de Brasília era o principal patrocinador do Festival de Brasília, mas hoje enfrenta a pior crise de sua história e não divulga balanços há um ano — após escândalo de negociações com o Banco Master, que somaram transações de 30 bilhões de reais entre 2024 e 2025, segundo dados do próprio BRB.












