Pesquisa indicando o presidente Lula com uma diferença de mais de 13 pontos percentuais sobre Flávio Bolsonaro no primeiro turno e de 8,9 pontos no segundo turno pode ter ajudado a elevar o prêmio de risco dos mercados 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Real e Ibovespa ampliam perdas com cenário eleitoral no foco — Foto: Shutterstock Ainda que no exterior os ativos oscilem entre estabilidade e leve valorização, no Brasil o câmbio e o mercado acionário seguem pressionados. Operadores dizem que a pesquisa CNT/MDA, indicando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com uma diferença de mais de 13 pontos percentuais sobre Flávio Bolsonaro no primeiro turno e de 8,9 pontos no segundo turno, pode ter ajudado a elevar o prêmio de risco dos mercados, por conta da perspectiva de uma não alternância na política fiscal. No caso do mercado de juros, as taxas curtas e intermediárias seguem em alta e a de longo prazo mais estáveis. Perto das 11h55, o dólar à vista era negociado em alta de 0,50%, cotado a R$ 5,1363. O real apresentava o segundo pior desempenho do dia, atrás apenas do peso filipino. Já o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, operava estável a 99,804 pontos. O Ibovespa, por sua vez, depreciava 1,07%, aos 170.339 pontos, enquanto no exterior o S&P 500 estava perto da estabilidade, com alta de 0,08% e o Nasdaq também seguia estável (-0,02%). Já na Europa, o índice alemão DAX tinha valorização de 0,61%. No mercado de juros, o rendimento do título do Tesouro americano de dez anos recuava de 4,713% para 4,686%, enquanto no Brasil, a taxa de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para 2028 subia de 13,825% para 13,88%.