Painel “Influência e Confiança”, realizado no evento SP2B, em São Paulo, debateu o papel de empresas, plataformas, Estado e usuários diante do avanço da desinformação e dos conteúdos produzidos por inteligência artificial 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Apresentadora Poliana Abritta (à esq.); Marie Santini, do NatLab/UFRJ; Drauzio Varella, médico; e Pamela Vaiano, do Itaú Unibanco — Foto: Globo/Edu Lopes A confiança se tornou um dos ativos mais caros da economia digital. Em um ambiente em que imagens, vozes e identidades podem ser falsificadas com inteligência artificial, não basta alcançar o consumidor: é preciso garantir que a informação e o ambiente em que ela circula sejam confiáveis. Para Marie Santini, diretora e fundadora do NetLab/UFRJ, os anunciantes precisam assumir um papel mais ativo nesse ecossistema. Enquanto o debate costuma atribuir ao Estado a responsabilidade de regular, às plataformas a obrigação de moderar e ao usuário o dever de se proteger, as marcas têm sido menos cobradas — embora sejam elas que colocam dinheiro nesse ambiente.

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