Muitas vezes dizemos que amamos coisas como um suéter confortável ou uma câmera nova. Mas esse tipo de afirmação geralmente não é interpretado ao pé da letra. É uma espécie de atalho emocional que usamos para expressar nosso apreço por objetos estimados.
A vida e o amor, porém, são complicados. E, às vezes, as pessoas realmente declaram amor romântico por objetos inanimados. Elas desenvolvem vínculos emocionais intensos com bonecas sexuais ou avatares holográficos de personagens fictícios.
Um exemplo é Akihiko Kondo, que, em 2018, "se casou" com Hatsune Miku, uma cantora pop gerada por computador, famosa por estrelar videogames. Kondo sabe que Miku não é real, afirma. Mas seu amor por ela é.
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A inteligência artificial está gerando um novo tipo de amor por "coisas". Um número cada vez maior de pessoas diz ter se apaixonado por um chatbot —tanto por companheiros personalizados criados por aplicativos populares quanto por grandes modelos de linguagem de uso cotidiano, como ChatGPT e Claude. O amor por IAs está em ascensão.








