Ao anunciar a contratação da atacante Kerolin pelo valor recorde de € 1,2 milhão (R$ 7,1 milhões) na última terça-feira (4), o Barcelona deu mais um passo dentro de um processo iniciado em meados de 2024, de contínua e crescente valorização das jogadoras brasileiras no futebol mundial.
Desde então, os valores com que as principais jogadoras do país vêm sendo negociadas no mercado internacional da bola já deram um salto de cerca de 170%, na esteira de um aumento da audiência e do apelo do jogo feminino.
Em abril de 2024, a zagueira Tarciane deu início à sequência ao tornar-se a maior transferência da história do futebol feminino brasileiro até então, negociada pelo Corinthians com o Houston Dash, da NWSL (National Women's Soccer League), dos Estados Unidos, por cerca de R$ 2,6 milhões (ou R$ 2,9 milhões, em valores atualizados pela inflação).
Apenas cinco meses depois, a atacante Priscila, do Internacional, medalha de prata com a seleção nos Jogos de Paris-2024, assumiu o posto, negociada com o América, do México, por R$ 2,8 milhões (R$ 3,1 milhões, atualizados pela inflação).
"A Priscila é uma atleta que acompanhamos muito de perto durante o processo de formação e sempre demonstrou características que a diferenciavam. Além do talento técnico, tinha personalidade, dedicação e uma vontade muito grande de evoluir", afirmou Elis Rodrigues Filho, diretor de futebol feminino do Internacional.















