Dos K-dramas aos filmes aclamados pela crítica, o sucesso mundial do audiovisual coreano é reconhecido internacionalmente. Quando o assunto é indústria cinematográfica, a Coreia do Sul é, para muitos, uma bússola.
"O modelo sul-coreano costuma ser usado como um indicador de sucesso, como uma política a ser seguida", afirma a pesquisadora Marina Rossato, da Universidade de Liège, na Bélgica.
No cinema, um marco importante foi "Parasita", de Bong Joon-ho, o primeiro filme não falado em inglês a ganhar o Oscar de melhor filme, em 2020.
A Academia Coreana de Artes Cinematográficas —ou Kafa, na sigla em inglês— escola que formou Joon-ho e muitos outros cineastas de renome na Coreia do Sul acaba de firmar um acordo com a Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo que prevê projetos de intercâmbio, pesquisa e formação de jovens cineastas. A assinatura do acordo coincidiu com a visita ao Brasil do presidente sul-coreano, Lee Jae Myung.
A parceria foi anunciada durante a abertura da 15ª Mostra de Cinema Coreano no Brasil, realizada no Centro Cultural São Paulo, o CCSP, que neste ano dedica sua programação à Kafa.







