Não demorou para que Wagner Moura voltasse a aparecer para o público americano após tomar os holofotes do Oscar em março, quando concorreu à estatueta de melhor ator por "O Agente Secreto". O baiano protagoniza agora "A Última Casa", thriller da Netflix que estreia nesta sexta-feira (7).
Ele encarna Jason, que, junto da mulher, vivida por Greta Lee, e os dois filhos, fica preso em casa de um dia para o outro. Uma chuva incomum e incessante forma uma espécie de película alienígena lá fora, impedindo a entrada ou saída da residência —não é possível nem quebrar portas ou janelas, que se refazem graças ao líquido misterioso.
Para completar o suspense de Louis Leterrier, diretor de "Truque de Mestre" e do décimo "Velozes e Furiosos", criaturas monstruosas vagam pelo bairro deserto enquanto todos estão trancados, numa caçada por humanos.É o tipo de filme americano que seria transmitido na Sessão da Tarde, diz Moura sobre a faixa da Globo que exibe, em grande parte, sucessos comerciais pensados para diferentes públicos. "O streaming é uma realidade, e chega na casa de todo mundo. É um barato de fazer, mas é importante fazer também filmes para o cinema. A minha paixão por filmes tem a ver com ir ao cinema", continua o ator, que já estrelou outras produções da Netflix, como "Sergio" e "Agente Oculto".














