As escolas ampliaram o debate sobre uso de tecnologias digitais por crianças e adolescentes no último ano, envolvendo também familiares e responsáveis numa conversa que precisa ser permanente. Em meio à aprovação do ECA Digital, a lei brasileira, que busca proteger os mais jovens nos ambientes online, constatar que essa mobilização está sendo construída é uma notícia a ser celebrada.
Outras iniciativas que podem contribuir para a resiliência online, no entanto, como práticas de educação digital e midiática, ainda demandam consolidação —principalmente, no que diz respeito à formação de professores.
Essas são algumas das informações que podemos depreender da pesquisa TIC Educação 2025, divulgada nesta semana pelo Cetic.br. O levantamento, realizado desde 2010, investiga o uso e a apropriação das tecnologias de informação e comunicação nas escolas brasileiras, e nesta edição trouxe dados inéditos que ajudam a entender o papel que vem sendo desempenhado pelas escolas na importante jornada de desenvolvimento de uma fluência digital crítica.
Também foi a primeira vez que a pesquisa investigou como gestores escolares têm lidado com a inteligência artificial generativa e o principal achado é que, assim como ocorre com estudantes, o uso das ferramentas avança mais rapidamente que a construção de diretrizes para sua utilização.







