O ChatGPT começou, nesta terça-feira (3), a exibir propaganda no Brasil. Os anúncios, ativados gradualmente nas próximas semanas, serão visíveis para usuários maiores de idade dos planos básicos da plataforma —gratuito e Go, que custam R$ 39,99 ao mês.
A empresa de tecnologia ativou, por padrão, o uso do histórico de conversas com o chatbot para mostrar conteúdos mais relevantes (veja abaixo como desligar).
De acordo com uma página de instrução para anunciantes, a exibição das peças publicitárias combina três pilares: análise contextual do comando enviado ao ChatGPT naquele momento, parâmetros do anunciante e definição de perfil a partir do histórico do usuário.
Se o rastreamento dos chats for desativado, a segmentação feita pela OpenAI considera apenas o comando imediato e as instruções do contratante.
Na prática, executivos do mercado publicitário ouvidos pela Folha avaliam que o produto oferece uma nova forma de segmentação em relação ao padrão do mercado —a definição do público-alvo por perfis demográficos e palavras-chave. "As pessoas usam o ChatGPT até para fazer terapia, deixam seus segredos mais profundos ali", afirma Daniel Alencar, CEO e fundador da plataforma de criação de marca Pupila.









