O Conselho Nacional de Justiça irá analisar, nesta terça-feira 4, processos administrativos disciplinares voltados a quatro magistrados envolvidos em atuações na Operação Lava Jato.
Os alvos são a juíza Gabriela Hardt, os desembargadores Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz e Loraci Flores de Lima, e o juiz Danilo Pereira Júnior.
A apuração suspeita que Hardt – que atuou como substituta de Sérgio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba – tentou redirecionar cerca de 2,5 bilhões de reais do Estado brasileiro para a criação de uma fundação privada.
De acordo com os levantamentos preliminares, a 13ª Vara Federal teria enquadrado a Petrobras na condição de vítima para viabilizar a destinação de verbas oriundas de acordos de leniência e colaboração premiada à entidade privada, a qual seria gerida por integrantes da força-tarefa da operação.
Relatórios indicam que a magistrada tratou com antecedência sobre os termos do arranjo com procuradores, como Deltan Dallagnol, por meio do aplicativo WhatsApp, antes do protocolo oficial no processo.











