A subsidiária da Embraer que desenvolve o chamado “carro voador” (eVTOL, na sigla em inglês) ainda é pré-operacional e não registra receitas 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 A Eve teve prejuízo de US$ 34,2 milhões no segundo trimestre, queda de 47% nas perdas em um ano. A subsidiária da Embraer que desenvolve o chamado “carro voador” (eVTOL, na sigla em inglês) ainda é pré-operacional e não registra receitas. Confira resultados e indicadores da Embraer e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 A companhia investiu US$ 28,9 milhões em pesquisa e desenvolvimento entre abril e junho, uma queda de 36,6% sobre o mesmo período de 2025, com o avanço nos testes em torno do seu veículo e negociação mais eficiente com fornecedores. A companhia aponta que os voos-teste do seu protótipo de “carro voador” continuam dentro do cronograma, chegando a um total de 66 testes desde dezembro, totalizando 2 horas e 46 minutos, ajudando nos avanços para certificação do veículo. No fim do segundo trimestre, a carteira de pedidos da Eve era de aproximadamente US$ 13,5 bilhões, com 28 clientes pedindo um total de 2,7 mil unidades. A maior parte dos pedidos, 56% do total, veio de clientes da América do Norte. Segundo a empresa, houve queima de caixa de US$ 49,4 milhões no trimestre, redução de 13,2% no ano, por conta dos menores gastos e despesas. A posição de caixa da Eve ao fim de junho era de US$ 403,3 milhões, suficiente para sustentar operações até 2028. A Eve disse que tem uma meta de consumo de caixa entre US$ 250 milhões neste ano, dentro da faixa estabelecida anteriormente entre US$ 225 milhões e US$ 275 milhões, vendo maior sinergia com a controladora Embraer. No fim do segundo trimestre, a carteira de pedidos da Eve era de aproximadamente US$ 13,5 bilhões, com 28 clientes pedindo um total de 2,7 mil unidades — Foto: Divulgação/Eve