A administradora de empresas Jennifer de Matos, 32, aproveitou o primeiro dia da Campanha Nacional de Multivacinação para proteger a filha, Zoe Pina, 1 ano e 8 meses, contra o sarampo e o vírus influenza. Pela manhã, Jennifer compareceu à UBS (Unidade Básica de Saúde) Parque Maria Domitila, na região de Pirituba, zona norte de São Paulo, e atualizou a carteirinha da criança.
"Se não fosse algo tão sério, o sarampo não teria um protocolo vacinal. É muito importante que todas as crianças tomem a vacina e também estejam com a caderneta vacinal em dia para a própria proteção e a de outras crianças", afirma a administradora.
Menores de cinco anos, em especial os que possuem menos de um ano, integram o grupo mais vulnerável às complicações causadas pelo sarampo.
Eduardo Jorge da Fonseca Lima, presidente do Departamento Científico de Imunizações da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) alerta que a pneumonia é a principal causa de morte num quadro de sarampo nos menores de um ano.
A doença também pode causar otite, encefalite aguda e sequelas neurológicas a partir de complicações como a panencefalite esclerosante subaguda, doença cerebral grave que leva a perda progressiva das funções intelectuais e motoras.















