Obra parada contribui para a deterioração financeira da Eletronuclear, responsável pelas usinas nucleares brasileiras A decisão sobre o futuro da usina nuclear de Angra 3 deve ficar para o presidente que comandará o país a partir de 2027, independentemente de quem vencer as eleições de 2026. Na avaliação de integrantes da equipe do Executivo ouvidos pelo Valor, uma definição sobre o futuro do empreendimento dificilmente deve ocorrer antes das eleições presidenciais, enquanto uma eventual mudança de governo tende a tornar ainda mais remota a perspectiva de uma decisão no curto prazo.
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Entraves na entrada da J&F na Eletronuclear preocupam governo
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